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Carro da Apple: produção poderá começar em 2025

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Tudo estava bem encaminhado para que 2024 fosse o ano. Mas a pandemia trocou as voltas à Apple, como de resto a tantas outras coisas, e apesar do gigante de software não confirmar o atraso, fontes da empresa garantiram à Reuters que os planos de produção de um carro autónomo deverá resvalar para o ano seguinte.

Ainda não se sabe muito bem quem irá assumir a linha de montagem, se a própria Apple, num investimento que se estima milionário, ou se alguma marca de automóveis já estabelecida no mercado, que “empreste” os seus recursos para a produção. No entanto, algumas coisas já vieram a conhecimento público. Primeiro, a garantia de que este projeto, que se arrasta há cerca de seis anos, não vai morrer na praia (ou pelo menos que ainda não morreu). E só isso serviu para que os mercados se entusiasmassem – no dia em que se deu a fuga de informação, automaticamente as ações da Apple na Bolsa de Nova Iorque somaram ganhos, puxando consigo todo o índice para terreno positivo.

 

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Mas há mais revelações. Por exemplo que o carro que aí vem será autónomo. Para tal, conta com sensores LiDAR, do inglês Light Detection and Ranging, uma tecnologia ótica de deteção remota que mede propriedades da luz refletida de modo a obter a distância e/ou outra informação a respeito um determinado objeto distante. Através daqueles, a Apple consegue criar uma imagem tridimensional da estrada, passando esses dados ao “cérebro” do carro, que deixa de ser alguém sentado ao volante.

Carro da Apple poderá chegar com baterias inovadoras

Outra novidade relevante é a aposta numa tecnologia de baterias exclusiva que, segundo fontes da empresa, permitirão reduzir “radicalmente” os custos das baterias e ao mesmo tempo esticar a autonomia. No caso, tratar-se-á de uma bateria com um design monocelular que permite aumentar a capacidade de cada célula individual, aumentando o espaço disponível em cada conjunto. Isto vai permitir incluir mais conjuntos de baterias no mesmo espaço, não aumentando demasiado o peso.

Além disso, a Apple está a desenvolver uma nova mistura química para as suas baterias recorrendo a fosfato de ferro-lítio, uma opção que poderá prevenir situações de sobreaquecimento. As células de fosfato de lítio são incombustíveis e podem resistir a condições adversas. Já quando expostas a eventos perigosos, como uma colisão ou um curto-circuito elas não explodem nem se incendeiam.

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À frente deste projeto está Doug Field, um antigo engenheiro de hardware da Apple que a empresa foi recontratar à Tesla em 2018. E por falar em Tesla: a empresa de Elon Musk também está a considerar mudar um conceito de baterias semelhante ao proposto pela Apple – os objetivos passam por reduzir a utilização de cobalto com o objetivo de reduzir os custos e aumentar o nível de segurança. Há mais de uma dezena de casos em investigação de automóveis da Tesla que explodiram após um acidente. No entanto, o fabricante norte-americano insiste na ideia de que os seus automóveis elétricos têm cerca de 10 vezes menos probabilidades de sofrer um incêndio do que os automóveis a combustíveis fósseis.

Sobre a intenção da Apple em avançar como potencial concorrente, o patrão da Tesla manifestou-se incrédulo, dizendo achar “estranho, se for verdade”. É que, segundo Musk, a Apple podia ter comprado a Tesla a “um décimo do valor atual”. Já sobre a utilização da nova mistura química, Elon Musk explicou que a Tesla “já está a utilizar fosfato de ferro”, mas que a ideia de uma bateria monocelular “é eletroquimicamente impossível”.


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