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Os carros japoneses mais estranhos de sempre

Carros japoneses mais estranhos de sempre

Ora porque querem mostrar que conseguem fazer o melhor carro do mundo, ora porque desejam aproveitar as vantagens tributárias dos pequenos K-car. Os japoneses têm sido exímios em criar automóveis que, noutras partes do mundo, poderiam parecer apenas bizarros.

Autozam AZ-1

Autozam AZ-1

Um pequeno automóvel, desenhado e construído pela Mazda e servido por um motor Suzuki, turboalimentado de três cilindros de 657cc. Com vários “twists”: com motor montado atrás e portas tipo asa de gaivota, era um automóvel de alma desportiva e capacidades condizentes, muito graças ao baixo peso: pouco mais de 700 quilos. Produzido entre 1992 e 1995, acabaria por ser um fracasso, uma vez que o seu preço era considerado elevado devido ao tipo de carro que era, mas sobretudo por o país enfrentar uma forte recessão económica, após o colapso da bolha financeira e imobiliária, que viria a dar origem ao termo Década Perdida.

Daihatsu Copen

Daihatsu Copen Standvirtual

Em 1999, a Daihatsu, que se “divorciou” da Europa há quase uma década, levou ao Salão Automóvel de Tóquio um K-car, entrando nessa categoria graças ao motor turbocomprimido de 660 cc. O Copen acabaria por chegar ao circuito e ganhar outra motorização (um 1.3 litros naturalmente aspirado) de forma a dar resposta às exigências com as emissões noutros mercados, nomeadamente europeus, onde este minicarro urbano viria a chegar, mesmo que o volante se apresentasse à direita. E não foi só ao Reino Unido. Na Alemanha, foram vendidas algumas unidades, sem grande sucesso. Melhor desempenho viria a ter, a partir de 2007, o tal bloco maior, ao qual a marca juntou o volante à esquerda.

Honda Vamos

Honda Vamos

É difícil olhar para este veículo como um automóvel, mas a Honda introduziu-o, em 1970, com um pneu suplente montado na frente, como um veículo para momentos de lazer, socorrendo-se do “Vamos” para incentivar a vontade dos passeios. Para o mover, existia um motor de dois cilindros de 354cc! Já no interior, destaque para o opcional banco traseiro, amovível, capaz de transformar o carro para dois ou quatro ocupantes, e para uma capota fácil de montar e remover. Cereja no topo: devido à configuração de cabina aberta, todos os instrumentos e interruptores eram à prova de água.

 

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Mitsuoka Orochi

Mitsuoka Orochi

Atrevido ou o carro mais feio de sempre – o epíteto fica à escolha do leitor… Apresentado em 2001, o Orochi chegou aos mercados em 2006, mas a sua produção foi limitada a 400 unidades. Assente na plataforma do Honda NSX e a viver das performances do motor que também equipava o Toyota Camry – um 3,3 litros de 6 cilindros em V, a debitar 230 CV -, é incompreensível como foi apresentado como um supercarro. Mas foi exatamente essa a descrição que a marca nipónica Mitsuoka usou. De resto, como previam, não passa despercebido em lado nenhum.

Nissan Figaro

Nissan Figaro

Apresentado, em 1989, no Salão Automóvel de Tóquio, o Figaro surgia com o slogan “Back to the Future” (“Regresso ao Futuro”, como a saga norte-americana, com Michael J. Fox e Christopher Lloyd). Porém, tratava-se mais de um regresso ao passado, com os designers Naoki Sakai e Shoji Takahashi a inspirarem-se nos modelos europeus de 20 ou 30 anos antes. O visual retro, associado ao facto de só se terem produzido unidades com volante à direita, acabaria por conquistar o mercado britânico – não obstante o facto de o carro nunca ter sido produzido para ser comercializado fora de portas.

 

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Assente na mesma plataforma do Micra, o Figaro utilizava um motor turbocomprimido de 1,0 litros, que debitava 76 CV, acoplado a uma transmissão automática de três velocidades. O equipamento de série era de luxo: bancos em pele marfim, ar condicionado, leitor de CD, botões cromados, manómetros cromados… No total, foram produzidas 20.073 unidades, em 1991.


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