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Será que compensa ter um carro elétrico?

carros eletricos

Apesar do aumento da produção e de modelos de veículos movidos com a energia eléctrica, há ainda quem coloque reticências sobre se compensa ter um carro eléctrico. No entanto, tendo em conta que a partir de 2025, os automóveis a gasóleo vão ser proibidos de circular em várias cidades europeias, o interesse por conhecer as vantagens e desvantagens dos elétricos tem aumentado.

Obviamente, apesar de várias pessoas pregarem ser o futuro da indústria automóvel, há também desvantagens em possuir um carro elétrico. Mas, a bem da verdade, a panóplia de vantagens é consideravelmente maior.

Compensa ter um carro elétrico: vantagens


carregar carro eletrico

Há várias vantagens em ter um carro elétrico e neste artigo vamos analisar, não só a vertente económica, mas também outras componentes importantes.

1. Menores custos de manutenção

Para perceber o quanto o vai ajudar na carteira, é importante saber que um automóvel movido a combustão tem cerca 2000 peças móveis, enquanto um elétrico tem apenas 20. Portanto, não será difícil descortinar que, pelo menos no que a esta parte diz respeito, compensa ter um carro elétrico.

Além disso, segundo um estudo da marca francesa Renault (a única fabricante europeia com um modelo elétrico – o Zoe – que é um dos 10 mais vendidos no Mundo) os custos de manutenção de um veículo elétrico são 25% menores.

2. Independência energética

Enquanto um carro movido a combustão não consegue, de forma alguma, funcionar sem que o abasteça num posto de combustível, nos automóveis a eletricidade isso pode não acontecer. Embora com menor eficiência do que com um simples carregamento ligado à tomada, quer seja em casa ou num posto destinado a isso, é possível carregar um elétrico através da inclusão de painéis fotovoltaicos em casa ou na empresa.

3. Comodidade

Ainda assim, embora seja mais pragmático carregar a bateria do motor de um carro elétrico diretamente ligado à tomada, não deixa de ser mais prático. Até porque não necessita de o fazer unicamente num posto de combustível. Pode fazê-lo em casa, na garagem ou num parque privado.

4. Condução menos incomodativa e mais segura

Basta verificar o caso dos carros híbridos. Quando circulam a velocidades muito reduzidas ou simplesmente param por causa do trânsito, semáforos ou sinais, o veículo deixa de fazer barulho. Isso acaba por traduzir-se inconscientemente numa condução mais suave e defensiva, uma vez que o ruído acaba por não importunar, mais uma vez inconscientemente, o condutor.

5. Vantagens económicas

Novamente segundo o estudo da Renault, divulgado em outubro de 2018, apesar do custo de um veículo elétrico ser mais caro do que um a gasolina ou gasóleo, há uma poupança de, pelo menos, 20 % na condução. A título de exemplo, a marca francesa salienta que o custo de eletricidade por cada 100 km é de três euros, enquanto num motor a gasóleo, com uma estimativa de consumo de 5 litros a cada 100 quilómetros, ronda os 8 €. No entanto, há que ter em consideração que um consumo de 5L/100 km é considerado relativamente bom para um veículo a gasóleo e, no caso da gasolina, são poucos os que conseguem fazê-lo.

Além disso, se optar por carregar o carro elétrico durante a noite, nas chamadas “horas de vazio”, poderá ver o valor diminuir ainda mais.

6. Menores emissões de gases poluentes

Embora a produção das baterias provoque uma poluição equivalente à circulação de um carro a gasolina durante 125.000 quilómetros, depois acaba por não emitir gases poluentes. Ou seja, a longo prazo compensa ter um carro elétrico.

Desvantagens

parque de carregamento

A principal desvantagem de um carro elétrico é que ao fim de uns anos (mais ou menos cinco) a bateria necessita de ser trocada. O valor de uma nova pode oscilar entre 2.350 € num Toyota Prius ou os 7.000 € num Nissan Leaf ou Renault Zoe (optámos por estes modelos por serem dos mais comerciáveis na Europa).

Além disso, o valor de um automóvel movido a eletricidade é consideravelmente mais elevado do que um a gasóleo ou gasolina, sendo normalmente 1.5 vezes mais caro.

Finalmente, o facto de não fazer barulho pode ainda confundir vários transeuntes nas passadeiras, por exemplo. A curto prazo poderá provocar acidentes com os mais distraídos. Porém, por outro lado, ao fim de algum tempo as pessoas terão tendência a adaptar-se e a deixar de atravessar estradas baseando-se unicamente na ausência de som, utilizando a visão como principal foco de segurança.

Resumindo, são seis vantagens contra três desvantagens. O peso e importância de cada uma cabe ao leitor.

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