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Comprar carro importado: vantagens e desvantagens

Comprar carro importado: vantagens e desvantagens

Depois de algum tempo de estagnação, os automóveis cuja primeira matrícula tenha sido num país estrangeiro voltaram em força. Conheça as vantagens e as desvantagens de comprar um carro importado.

Vantagens de comprar um carro importado

Mais barato

A compra de um carro importado pode ser a resposta para quem procura um modelo especial, que acaba por ficar mais barato lá fora, tirando partido de uma política fiscal distinta da portuguesa, que continua a castigar o sector com um pesado Imposto Sobre Veículos, após o qual ainda é calculado o IVA (sobre o preço do carro com o ISV…).

No entanto, é importante compreender que essa poupança é tão mais apetecível quanto mais potente e caro o mesmo for. Ou seja, ir ao estrangeiro comprar carro e legalizá-lo em Portugal poderá compensar se se tratar de uma viatura de elevado valor e potência (que se traduz em mais poluição…), muito castigada pelos impostos nacionais.

Mas, mesmo que a aquisição seja num stand nacional, um modelo importado apresentar-se-á a um valor mais apetecível que um transacionado no mercado nacional.

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Um modelo exclusivo

Além de se poupar dinheiro, poder-se-á encontrar no mercado externo opções de equipamento ausentes das propostas nacionais, conseguindo-se, assim, um automóvel de características quase únicas no parque em que se move.

Menos IUC

Ainda do lado dos prós, desde este ano, está o facto de finalmente o Imposto de Circulação Automóvel passar a ser aplicado ao ano de produção e não de importação – algo que acontecia desde 2007 e que foi considerado ilegal, estando atualmente a Autoridade Tributária e Aduaneira a devolver os montantes pagos indevidamente pelos contribuintes.

Desvantagens de comprar um carro importado

Desconhecer o historial

Durante o negócio, seja num stand nacional, com toda a documentação referente à importação e nova matrícula tratada, ou no estrangeiro, tendo seguido viagem para comprar lá fora, tente conhecer o historial do veículo. É que é aqui que poderá residir a maior dificuldade na compra de um carro importado: conseguir seguir o rasto até ao dia em que o mesmo sai pela primeira vez para a estrada.

O trabalho envolvido

Ir ao estrangeiro comprar carro e legalizá-lo em Portugal pode ser uma boa opção pelos valores apresentados lá fora. Porém, ao valor do veículo é necessário somar uma série de despesas, a começar pela deslocação e estadia.

Além disso, é importante sair do país de origem com o trabalho de casa bem feito. Tudo para que não se tenha uma surpresa à chegada e perceber que se está a comprar gato por lebre.

A revenda por menos valor

Um carro importado sai mais barato. Porém, este facto irá influenciar o valor que se conseguirá pelo mesmo veículo no dia em que se quiser vender. O melhor é estar preparado para, no futuro, ter de baixar o preço e ceder às exigências do comprador.

Quanto custa importar um carro?

Caso se escolha trazer para Portugal um carro novo, é importante saber que o Imposto de Valor Acrescentado (IVA) é entregue no país de destino; caso se trate de um usado, com mais de seis meses ou seis mil quilómetros, adquirido a um concessionário, o imposto é calculado e pago no país de origem. Apenas as transações de usados entre particulares estão isentas de pagamento de IVA.

Ainda no país de origem do automóvel, a legalização da viatura irá aumentar os gastos em cerca de 1500€, com o comprador a ter obter os necessários Documento Único Automóvel, registo de propriedade e Certificado de Conformidade Europeu (COC). Este último é emitido pelo fabricante, que garante assim as características técnicas do veículo, sendo essencial para o pedido de matrícula em Portugal, e o valor pode ir de algumas dezenas a várias centenas, dependendo da marca automóvel. É ainda com o COC que se poderá pedir a assistência no representante nacional da marca.

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Já no país de destino, ou seja, em Portugal, o automóvel tem de ser levado a um centro de inspeções (o pedido de nova matrícula tem um custo associado de 78,63€), ao qual é obrigatório apresentar o Documento Único, o COC e o Modelo 9 do IMTT – Instituto da Mobilidade e dos Transportes Terrestres, onde se conseguirá ainda a homologação do COC.

Por fim, o proprietário tem de pegar em toda a informação e dirigir-se aos serviços alfandegários da localidade da residência para preenchimento da Declaração Aduaneira de Veículos (DAV) e emissão do valor de ISV (Imposto Sobre o Veículo) que pode ser liquidado no local ou através de pagamento por multibanco nos dez dias seguintes.

Para o cálculo deste contabilizam-se a idade do carro, a cilindrada do mesmo, as emissões de CO2 e o valor comercial. Se o carro tiver entre um e dois anos, o novo proprietário beneficia de um desconto de 20%; para viaturas com mais de cinco anos, o ISV é menos de metade do que pagaria por um novo.

 
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Após o pagamento dos valores de imposto, é na Alfândega que se procede ao pedido de matrícula nacional.

Todo o processo de legalização de um carro estrangeiro custa cerca de 1250€, informa a Autoridade Tributária e Aduaneira, mas, para perceber se vale mesmo a pena, há que contabilizar o tempo despendido – e não é pouco.

 
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