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Dicas para conduzir à chuva ou com inundações

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Os especialistas em pneus têm dedicado alguns milhões no investimento de distintos rodados para piso seco e molhado – talvez bastasse ter conhecimento deste facto para concluirmos que não é a mesma coisa conduzir à chuva ou com sol. No entanto, assim que se inicia a chuva, os sinistros parecem duplicar, quer sejam pequenos toques, com apenas chapa a lamentar, ou acidentes aparatosos, com vítimas a lamentar.

Primeiro, é preciso saber que o que acontece nas primeiras chuvas é o chamado efeito manteiga. Ou seja, os carros parecem escorregar no alcatrão. Isto acontece porque os resíduos de óleos que preenchem as fissuras do asfalto sobem à superfície depois de aquelas serem cheias de água (é o efeito água/gordura, com a segunda a boiar). Por isso, sempre que há um período seco é de ter cuidados extra nas primeiras horas de chuva (ou dias, caso seja tão miudinha que não seja suficiente para “lavar a estrada”).

Mas, mesmo depois de as chuvas se verem livres de todas as gorduras, o perigo continua à espreita.

Dicas para conduzir à chuva ou com inundações

1. Mantenha uma boa visibilidade

Um dos maiores riscos das chuvas torrenciais é o condutor poder deixar de ver. Ou de ser visto. Tal como acontece no nevoeiro denso, a chuva forte pode reduzir a visibilidade ao mínimo.

 

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Como precaução, deve-se sempre ter os limpa-para-brisas em bom estado – o ideal é mudar para novos no fim da estação seca, altura em que as borrachas mais se danificam, quer pela falta de uso, quer pelo calor e pela exposição ao sol. Além disso, é essencial saber que todas as luzes estão a funcionar na perfeição: mesmo de dia, acenda os médios ou, se as tiver, recorra às luzes de nevoeiro. Em caso de ter de circular a uma velocidade muito baixa e sem visibilidade acione os quatro piscas.

2. Fuja das cheias e inundações

Pior do que conduzir à chuva, é ter de passar por cheias ou inundações. Nestes casos, deve evitar ao máximo locais onde não consiga ver o fundo, até porque, uma altura de água superior a dez centímetros pode revelar uma força de corrente inesperada, e dar por si (e pelo automóvel) a ser levado.

Além disso, a entrada de água nos sistemas pode provocar sérias avarias – basta uma pequena quantidade de água para destruir o motor. Tenha também muito cuidado com os perigos escondidos: buracos, lombas, um tronco, tampas de esgotos levantadas, etc. Por isso, mesmo que o caminho seja mais longo, mais vale desviar-se de locais que são normalmente afetados por cheias ou inundações.

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No entanto, se quando der por si já estiver dentro de água, mantenha a calma e, circulando devagar e sem mudar de velocidade, mantenha uma pressão estável sobre o pedal do acelerador, obrigando o motor a uma rotação audível. Dessa forma, manterá o fluxo da exaustão de gases, impedindo a entrada de água por essa via.

3. Evite entrar em aquaplaning

A hidroplanagem é daquelas situações difíceis de evitar, mas que ninguém deseja – acontece quando deixa de existir contacto da borracha do pneu com o piso, parecendo que o carro flutua, qual barco, sobre as águas. Problema é que ao volante não está um marinheiro…

Para evitar um episódio de aquaplaning é necessário, primeiro, manter uma velocidade baixa e, depois, manter os pneus sob vigilância, ao verificar com regularidade o estado do rodado e a pressão. Menor profundidade de estrias e pressão abaixo do recomendado são de evitar.

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Saiba ainda que os pneus novos conseguem aguentar o equivalente a um balde de água a cada sete segundos, capacidade que vão perdendo com os quilómetros rodados e com o tempo. No entanto, mesmo um pneu novo pode ser incapaz de escoar toda a água apresentada em determinado momento.

Caso não consiga fugir de um lençol de água, opte por deixar o carro entregue ao próprio: tire o pé do acelerador, não trave e desengate (ou se tiver o cruise control ligado, opte por parar o sistema): as rodas livres recuperarão mais depressa a aderência e tração. Durante esse tempo, tente manter o volante direito.

Antes que o carro recupere o controlo, não caia na tentação de travar – só o faça depois de sentir o automóvel agarrado à estrada. E mesmo assim opte por travar de forma muito suave para não correr o risco de voltar a perder aderência.

Como vê, conduzir à chuva ou em situações de cheias e inundações exige cuidados redobrados.

 
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