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Como disfarçar riscos na pintura do carro

Disfarçar riscos pintura carro

Um parque de estacionamento com acesso mais difícil, uma parede que não se viu, uma porta do carro ao lado que raspou na carroçaria do nosso, um passeio fora de estrada que terminou no meio de galhos… Há um sem número de situações que originam pequenos danos na pintura do automóvel. Porém, nada está perdido e há várias soluções rápidas, fáceis e baratas. Sobretudo se o risco for superficial.

Disfarçar arranhões

Para os arranhões, a resposta poderá ser tentada com um pouco de “polish”, aplicando o produto, que se encontra facilmente em qualquer loja de produtos dedicados aos automóveis, diretamente sobre os riscos e puxando o lustro com um pano de camurça.

O resultado poderá ser o suficiente para não se ter de preocupar mais com o assunto.

Tratar de riscos superficiais

Se os riscos um pouco mais profundos, mas que ainda só danificaram a pintura, sem terem comprometido a chapa, também é possível um tratamento caseiro, ainda que o mesmo exija mais tempo e dedicação – além de algum jeito para os trabalhos deste género e um local à sombra e com pouco calor.

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O processo começa por lixar a área do risco com uma lixa fina, que deverá ser antes mergulhada em água. Importante: não se deve fazer nada à pressa e muito menos com força. Imprima suavidade e pare de lixar quando a superfície se mostrar baça.

De seguida, deverá ser aplicada uma massa de polimento. Faça-o em movimentos circulares e de forma a tratar toda a área que, entretanto, lixou. Quando tiver devidamente preenchido, limpe com um pano seco (os de camurça são bons neste processo) e aplique uma camada de cera específica no carro para proteger a pintura.

Pôr o carro novinho em folha

Por vezes, não se trata de apenas um risco ou dois, mas de uma série deles, espalhados por todo o veículo. Se for esse o caso, provavelmente, o melhor será dar um polimento geral. Mas, cuidado! Enquanto estiver a tornar o seu carro bonito outra vez, também irá estar a danificar as camadas de verniz. Por isso, faça-o só quando for indispensável.

Procure um lugar à sombra e escolha um dia de pouco calor. Lave o carro de forma irrepreensível e deixe-o secar antes de continuar o trabalho. Com o carro seco, use uma massa de polimento fina para remover os riscos superficiais, aplicando “polish” por todas as áreas, sempre em movimentos circulares. Puxe o lustro com um pano de camurça, até obter o brilho pretendido.

E tratar de riscos profundos?

Por mais boa vontade que haja, um risco profundo, que tenha atingido a chapa, não irá ser tratado com receitas domésticas. Por isso, o ideal é procurar uma oficina da marca ou da sua confiança – qualquer uma delas está apta a tratar do seu automóvel, desde que seja especializada.

 
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O mais natural é que seja necessário trabalhar sobre todo o painel em que o risco se encontra. Primeiro, recorrendo à lixa para remover o verniz, a tinta e o aparelho. Só depois de toda a superfície nua, iniciar-se-á o processo de recuperação: aplicar massa para preencher o risco, voltar a aplicar aparelho, pintar o painel e envernizar e secar em estufa.

Na maioria dos casos, bastará um painel, mas, se o carro já tem alguns anos, pode acontecer aquele ficar com uma cor diferente do resto do carro. Se for esse o caso, é preciso fazer contas e tentar perceber se compensa pintar o carro todo.
 

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