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“Ideias parvas” da Volvo podem salvar um milhão de vidas

Volvo salvar milhão de vidas

Limitar a velocidade máxima a 180 km/h e introduzir câmaras no interior dos automóveis para monitorizar o estado de atenção dos condutores, evitando situações de fadiga ou intoxicação causadoras de acidentes. Estas são algumas das “ideias parvas” com que a Volvo pretende salvar mais vidas.

Quando a 13 de agosto de 1959, a Volvo Cars entregou o primeiro automóvel de produção em série do mundo equipado com um cinto de segurança de 3 pontos, houve quem torcesse o nariz. Depois, quando nos EUA, a lei exigiu que os novos modelos viessem com cintos de fábrica, alguém terá dito que isso seria apenas “uma ideia parva”, tendo existido até quem descrevesse a obrigatoriedade “um atentado à liberdade individual”. Certo é que a “parvoíce” permitiu poupar, estima-se, mais de um milhão de vidas até hoje.

 

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É que o cinto de segurança de três pontos, que, além de agarrar pela barriga, cruza sobre o peito, mantendo a pessoa “agarrada” ao banco, reduz o risco de ferimentos e mortes entre os ocupantes dos bancos da frente cerca de 45%, podendo chegar a 50%.

Em Portugal, a obrigatoriedade de usar cinto de segurança por todos os ocupantes de um automóvel ficou expressa no artigo 83.º do Código da Estrada, aprovado pelo Decreto-Lei n.º 114/94, de 3 de maio. Mas, a verdade é que, durante muito tempo, havia quem usasse variadíssimos esquemas para fingir ter o cinto: porque incomodava ou até porque, defendiam algumas teses, era causa de morte em certos acidentes. Hoje, a questão não se coloca e prender o cinto de segurança, ainda antes de dar à chave, é um movimento quase automático.

É com estes exemplos que a Volvo justifica as suas últimas decisões no que diz respeito à segurança. A marca sueca, conhecida pelo seu empenho em reduzir a sinistralidade rodoviária, comunicou que os seus novos modelos estarão limitados eletronicamente a uma velocidade máxima de 180km/h, informando ainda que irá introduzir, de fábrica, câmaras no interior dos automóveis para monitorizar o estado de atenção dos condutores evitando situações de fadiga ou intoxicação causadoras de acidentes.

Ambas as medidas são assumidas pela Volvo como polémicas, com a marca a expor os comentários menos simpáticos de que tem sido alvo. No entanto, a empresa considera ser este o momento para avançar com tais “ideias parvas”, tendo lançado uma campanha de sensibilização intitulada “Mais um milhão”, com a certeza de que “daqui a alguns anos, estes novos sistemas de segurança serão comuns a todas as marcas”, lê-se em comunicado.

Novos sistemas em estreia

Além de limitar a velocidade máxima a 180 km/h, a Volvo informou estar a avaliar formas de, no futuro, limitar automaticamente a velocidade na proximidade de escolas e hospitais com recurso a tecnologia inteligente de controlo de velocidade e delimitação geográfica.

Outra novidade consiste no “Highway pilot”, tecnologia que, baseada nos sensores LiDAR, assegura uma condução totalmente autónoma em autoestrada.

Recentemente, o emblema introduziu a “Care Key”, com a qual os proprietários de automóveis podem limitar a velocidade do veículo mediante quem se sentar atrás do volante. Ou seja, ao emprestá-lo a um familiar mais jovem ou condutor menos experiente, a Care Key permite restringir a velocidade, tornando a condução mais segura.


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